E 2025 está chegando ao fim.


 E 2025 está chegando ao fim. 


    Sim, o ano está acabando e muito me choca ainda termos ações trabalhistas por coisas tão básicas, como aumento de salários, aumento do salário mínimo, dissidio, licença paternidade, teletrabalho, banco de horas, saúde e segurança no trabalho. 
    Todo empregador, sim empregador, não chame seu líder de chefe, patrão ou qualquer outra coisa que possa dar a ele o entendimento de que é seu dono, trabalho é uma troca, um tem dinheiro e precisa de mão de obra, e o outro tem a mão de obra e precisa de dinheiro. Mas voltando a informação principal, todo empregador sabe que anualmente os profissionais que são CLT tem aumento, seja ele por conta do aumento do salário mínimo ou do dissidio que é negociado entre empregador e sindicato, e mesmo os profissionais que são PJ, podem solicitar uma adequação de valores, e em empresas sérias que tem métrica para verificar o desenvolvimento de suas empresas, podem usar essas métricas e avaliações para dar melhorias salariais justas a seus contratados, e então porque as empresas ainda acham que é um favor ao profissional esse aumento, se eles estão tendo mais lucro. Porque ainda nos anos 2025, século 21 ainda existem empregadores que pensam como senhores de escravo. Esse tipo de pensamento deveria ser uma coisa do passado, literalmente pois já ficou mais que claro que empresas que valorizam os profissionais que prestam serviços a eles tem muito mais lucro. 
    E ainda pensando nesta forma arcaica de pensamento, e em um movimento horroroso de retrocesso muitas empresas estão deixando de pensar no bem estar dos profissionais em várias instâncias e uma delas é a volta do trabalho presencial e um movimento contra o trabalho hibrido ou home office, o que para mim é um retrocesso, pois principalmente no Brasil que se fica muito tempo em engarrafamentos e com isso o profissional tem menos tempo para descansar, é realmente egoísmo puro. Se o profissional tem qualidade de vida, pode descansar melhor, ele vai desempenhar melhor sua função, vai ser grato a empresa e com isso, os benefícios que a empresa tem são muitos. Mas os empregadores não estão pensando nisso, estão usando a desculpa de que os profissionais não se adaptaram e não estão tendo o mesmo aproveitamento para finalizar os trabalhos home office. Mas quais foram os parâmetros para esse pensamento?, Será que realmente os profissionais em sua totalidade foram ouvidos ou um déspota pensou: 'O olhar do dono é que engorda o gado' e os outros foram atras da boiada? Muito a se pensar em 2026. E em se falando de saúde, ações do governo para que a empresa possa cuidar mais da saúde dos profissionais e essas ações, para empresas que tem a intenção de crescimento continuado a longo tempo não precisariam ter sido criadas, e como foram criadas, o mínimo que as empresas deveriam fazer seriam colocar em prática e evitar que ações trabalhistas fossem abertas, evitar que profissionais tivessem tantos atestados ou licenças por problemas causados por doenças laborais, assédio moral no trabalho ou outras coisas que acabam com o bem estar de qualquer pessoa. 
    Outro ponto de muitos passivos trabalhistas são  as jornadas de trabalho e banco de horas, que foram flexibilizadas através de mudanças na legislação, mas essas mudanças foram feitas para que empregados e empregadores pudessem ter uma maior flexibilização de horário, e ainda pensando em qualidade de vida do profissional e melhoria da entrega de trabalho e melhoria do PIB, mas esse tipo de mudança feita de forma a melhorara para todos não tem motivos para ativar ações trabalhistas, mas sim todos fazerem sua parte, e os profissionais terem tempo de descansar e a empresa conseguir efetuar uma maior entrega de produtividade, porém não foi o que aconteceu. As empresas, como sempre, acharam que deviam explorar ao máximo o profissional que tem e quando ele não conseguisse mais ter a mesma entrega, demitir e contratar um profissional com mais folego. 
    As empresas, e digo mundiais, ainda tem muito a melhorar e precisam mesmo ouvir o profissional, separar quem realmente quer trabalhar de quem somente quer cumprir seu dever com a sociedade, que sabemos que tem pessoas assim, e o melhor, entender que ser humano, assim como a inteligência artificial, se não tiver a informação correta, não fará o trabalho da forma que o Sr. da empresa pensa, empregado não tem bola de cristal e precisa que o líder passe as diretrizes corretas. 
    Ainda temos muito que pensar e mudar em 2026, então líder, pense e mude, profissional, não se deixe ser pseudo escravizado.. Isso  é coisa de 2025..

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