28 Seria o trabalho um grande acordo?

 



    Sabemos que cada vez mais os trabalhadores estão cientes de seus direitos trabalhistas, mas cada vez menos se exaltam os deveres trabalhistas, e isso também se vê da parte do empregador que cada vez mais tem a visão de que voltamos a era industrial, ou mesmo no tempo feudal onde todos trabalham para a felicidade e alegria do majestoso gestor da empresa. 
    Mas essa realidade não deve realmente ser assim, os trabalhadores têm direitos claros e documentados na CLT, onde também se encontram muito bem definidos os deveres e direitos dos empregadores. Na minha ideia de mundo trabalhista ideal, quando somos contratados deveria ser obrigatório que todos nossos direitos e deveres e por consequência das empresas também deveria ser um treinamento obrigatório, o que faria com que fosse muito mais fácil para qualquer pessoa quando um direito trabalhista ou um dever trabalhista fosse infringido e empresas e profissionais teriam um relacionamento de maior respeito, porque a empresa teria a consciência que o profissional sabe quando a empresa vai errar e quando ele mesmo, o profissional,  vai errar, essa parte pode ser pontuada não somente por um profissional, mas não é isto que vemos.
    Cada vez mais vemos as empresas infringindo legislações, fazendo acordos abusivos, demitindo profissionais para contratações PJ, que diminui a responsabilidade e os encargos trabalhistas, e uma série de ações para burlar as regras e deixar a vida do profissional cada vez mais miserável. 
    O que devemos colocar na mente tanto dos profissionais quanto das empresas é que não importa qual a modalidade de contratação ninguém é rei ou vassalo, dentro do acordo de trabalho deve existir um acordo de ganha-ganha onde a empresa precisa de mão de obra para GANHAR clientes e renda e o profissional tem a informação e ou a experiência para fazer a empresa andar e para isso ele precisa GANHAR um pagamento por esse serviço que ela presta. E um outro ponto, que dentro da CLT fica muito claro que é a igualdade, onde um profissional que faz a mesma coisa que outro dentro da mesma instituição merece receber os mesmos valores, quer pagar a mais para os profissionais, existem formas éticas, dentro da lei e que bem explicado fará com que os profissionais saibam o porquê de sua não promoção, ou não recebimento de benefícios ou mesmo de sua demissão que são as avaliações de desempenho e consequentemente os feedbacks.
    Então proponho as empresas me ajudarem a criar este mundo ainda utópico, mas não impossível onde a educação trabalhista é parte da contratação e parte da vida funcional. 


Quer saber mais sobre legislação trabalhista, direitos e deveres, inscreva-se em um dos nossos treinamentos. 

PROFISSIONAL DO FUTURO

LEI 14457 - LEGISLAÇÃO DAS MULHERES

DIVERSIDADE E INCLUSÃO

TIPOS DE CONTRATO DE TRABALHO

LIDERANÇA FEMININA

GESTÃO DE PESSOAS ENTRE GERAÇÕES




Elaine Ferreira 
Administradora, Consultora de RH, Gestão de Pessoas, MBA em educação para jovens e adultos, MBA em ESG.




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